domingo, 25 de abril de 2010

♥ Escola é

















... o lugar que se faz amigos.
Não se trata só de prédios, salas, quadros,
Programas, horários, conceitos...
Escola é sobretudo, gente
Gente que trabalha, que estuda
Que alegra, se conhece, se estima.
O Diretor é gente,
O coordenador é gente,
O professor é gente,
O aluno é gente,
Cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor
Na medida em que cada um se comporte
Como colega, amigo, irmão.
Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”
Nada de conviver com as pessoas e depois,
Descobrir que não tem amizade a ninguém.
Nada de ser como tijolo que forma a parede,
Indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,
É também criar laços de amizade,
É criar ambiente de camaradagem,
É conviver, é se “amarrar nela”!
Ora é lógico...
Numa escola assim vai ser fácil!
Estudar, trabalhar, crescer,
Fazer amigos, educar-se, ser feliz.
É por aqui que podemos começar a melhorar o mundo.


(Paulo Freire)

domingo, 4 de abril de 2010

♥ Je suis toi











Je suis toi
De l'autre côté
Avec d'autres yeux et une autre bouche,
Mais le même coeur pressé,
Les mêmes désirs.
Je suis toi quand je te parle
Et quand je t'écoute
Et quand nous rions
Pour tout et pour rien
Et quand nous faisons semblant
De courir le pays,
Voir des terres inconnues
Juste pour être ensemble,
Juste pour être dans les bras l'un de l'autre
Quand nous ne savons plus
Quels sont les miens
Et quels sont les tiens.


(Letícia Thompson)

quinta-feira, 1 de abril de 2010

♥ Amor


De almas sinceras a união sincera
Nada há que impeça: amor não é amor
Se quando encontra obstáculos se altera,
Ou se vacila ao mínimo temor.
Amor é um marco eterno, dominante,
Que encara a tempestade com bravura;
É astro que norteia a vela errante,
Cujo valor se ignora, lá na altura.
Amor não teme o tempo, muito embora
Seu alfange não poupe a mocidade;
Amor não se transforma de hora em hora,
Antes se afirma para a eternidade.
Se isso é falso, e que é falso alguém provou,
Eu não sou poeta, e ninguém nunca amou.


(William Shakespeare)